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07 de outubro | 16:13

ABPM defende diálogo transparente do setor mineral com comunidades locais

A Associação de Empresas Brasileiras de Pesquisa MIneral participou, na tarde desta quarta-feira (07), do evento Mineração e X Comunidades, realizado pela revista Brasil Mineral. O diretor da associação Wilson Antônio Borges participou do painel A Preocupação da Indústria com a Governança Social.

 

Borges destacou o alto valor agregado que a atividade mineral leva às comunidades locais. “Onde temos mineração, temos IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mais fortalecido. As empresas investem em educação, em parcerias com o poder público e leva à geração de empregos em locais de difícil acesso”, observou. Para o diretor, a interiorização do desenvolvimento, causada pela mineração, promove inovação e crescimento. “São áreas em que o governo, muitas vezes, não consegue chegar. As receitas de ISS, ICMS, IPTU, CEFEM, por exemplo, podem desenvolver rapidamente a região, social e economicamente”, argumentou.

 

Em relação ao impacto que a atividade mineral pode ocasionar, Borges citou medidas mitigadoras, que permitem desenvolvimento de uma mineração sustentável. “Antes, a mineração chegava em um local e ditava as normas. Agora, temos rigidez locacional. É importante e necessário que sejamos respeitosos”, destacou. “Não escolhemos onde a mina vai operar nem onde a reserva mineral vai estar, mas podemos escolher a forma com que queremos lidar e dialogar com a comunidade, o meio ambiente e o poder público durante as fases de exploração e operação mineral”, completou. 

 

O diretor reafirmou que é essencial que o padrão de gestão de respeito seja aplicado do início ao fim do processo mineral, o que inclui comunicação aberta e transparente com as populações envolvidas. “Devemos cumprir os requisitos legais e trabalhar de forma responsável na prevenção e mitigação dos impactos socioambientais. Para isso, a comunicação precisa ser transparente e integrada com a comunidade, com estratégia organizacional voltada para a região”, pontuou. Como medidas de comunicação com as comunidades locais, Borges citou o desenvolvimento de fornecedores da região, o envolvimento das comunidades em projetos sociais, de incentivo a renda e empregos, por exemplo. “É imprescindível respeitar as comunidades, manter equilíbrio e trabalhar com transparência. O diálogo precisa ser constante, para respeitar o ambiente e a cultura dessas comunidades”, concluiu.  


 

Diretoria da ABPM



 

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