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16 de junho | 17:56

ABPM se posiciona contra garimpo ilegal na Serra da Quixaba

A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral (ABPM) é contra o garimpo ilegal de ametista localizado na Serra da Quixaba, em Santa Sé (BA). No local, garimpeiros extraem ametistas com péssimas condições de trabalho, higiene, sem licença do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e sem saber a quem pertence a terra.

De acordo com matéria exibida pelo Profissão Repórter, da Globo, já são mais de 8 mil pessoas vivendo em equipamentos improvisados no local. Descoberta há dois meses, a jazida mudou completamente a vida dos moradores e de pessoas, incluindo estrangeiros, como chineses e indianos, que foram para o local com o objetivo de se enriquecer com o garimpo da pedra. O quilo da ametista está sendo comercializado no local de R$ 500 a R$ 3 mil.

Além de garimpeiros, comerciantes também estão ganhando a vida no local. Segundo matéria do Profissão Repórter, o supermercado local vendeu R$ 100 mil a mais em um mês. Um dos produtos mais procurados foi uma picareta para extrair as pedras. Um vendedor que se instalou no alto da serra chega a vender R$ 1.000 em um dia de produtos somo sapatos, linguiça e outros artigos. Até o serviço de entrega de água no alto da serra está inflacionado. Um carregador cobra R$ 70 pela entrega do galão.

Para a ABPM, a matéria da Globo é “elogiosa” e apresenta os garimpeiros como desbravadores, ou Indiana Jones do século 21. Enquanto eles estão no garimpo ilegal, empresas sérias como Belo Sun, com todo um processo regular, estudo social e ambiental, foram recentemente mostradas nos meios de comunicação como vilãs, esbulhadoras, e são literalmente perseguidas pelo Ministério Público, Defensoria, Fundação Nacional do Índio (Funai), ONG's, entre outros.

Os meios de comunicação esquecem que uma mina sempre gera riqueza, desenvolvimento e conforto em tempos recordes a toda uma população e não só a uma minoria, como é o caso de Catalão (GO), Parauapebas (PA), Canaã dos Carajás (PA). 

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