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30 de julho | 19:19

Brasil precisa incentivar mineração formal e organizada

O país precisa entender, e cabe ao governo nos ajudar a mostrar, que a mineração não pode ser regulada pelos acontecimentos de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais. É preciso criar um projeto de proteção governamental de incentivo à mineração formal e organizada, para que o Brasil não fique atrás dos países competitivos como Canadá e Austrália. 

A afirmação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa Mineral, Luis Azevedo, durante a palestra “Estágio atual e perspectivas da mineração no Brasil”, que aconteceu no Momento da Mineração, evento realizado na Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), em Goiânia (GO), na última quarta-feira (24).

De acordo com Azevedo, em 2018, enquanto a Austrália cresceu 70%, a alta do Brasil foi de apenas 5%, com a exportação de US$ 20 bilhões em ferro e de US$ 9 bilhões de sete produtos principais. O país importou US$ 8,5 bilhões, sendo que US$ 6,4 bilhões são de potássio e carvão e US$ 2,1 bilhões de produtos principais.

Temos que reduzir a dependência da balança comercial do ferro e diversificar a nossa cadeia produtiva mineral. A dependência do carvão tende a reduzir com pré sal, gás mineral e as fontes alternativas; já a dependência do potássio é um risco para a agricultura, e além disso, temos um depósito no Amazonas parado; também corremos o risco de dependência de rocha fosfática e não temos uma política de estímulo para novas descobertas.

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