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02 de janeiro | 22:20

Novo ministro do MME reforça diferenciais competitivos da mineração brasileira

O novo ministro de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque Júnior, tomou posse na manhã desta quarta-feira (2), em Brasília (DF), durante cerimônia que contou com a presença do diretor da ABPM, Wilson Antonio Borges.

Durante o discurso, o novo ministro afirmou que vai se empenhar para ter um “diálogo objetivo, desarmado e pragmático” sobre a energia nuclear. “O Brasil não pode se entregar ao preconceito e à desinformação, desperdiçando duas vantagens competitivas raras que temos no cenário internacional: o domínio da tecnologia e do ciclo do combustível nuclear e a existência de grandes reservas de urânio em nosso território”, afirmou o almirante. 

É muito bom e importante ouvir isto do novo ministro, pois este tema é um paradigma a ser quebrado, assim como outras questões como a mineração em faixas de fronteira, mineração em terras indígenas e em unidades de conservação de uso sustentável. São pontos que merecem uma discussão serena, franca, sem cunho ideológico e preconceitos. 

Bento Albuquerque Júnior disse que vai estruturar um ministério que tenha diálogo republicano e democrático com a sociedade e instituições, com humildade, perseverança e espírito de colaboração. O novo ministro afirmou que vai estruturar a governança, diminuir a burocracia e implementar um novo arranjo institucional.

O almirante planeja aumentar a atratividade e investimentos do setor, estabelecendo segurança jurídica e consolidando a mineração, cada vez mais, como uma das principais fontes da economia brasileira. Ele também destacou o fomento à pesquisa mineral, preservando estudos de áreas estratégicas do setor e contribuindo para a criação de uma legislação específica, harmonizando os instrumentos mineral e ambiental.

O Brasil precisa rever estes temas, que trouxeram somente estagnação e foram advindos de um pensamento estatizante da mediocridade e hipocrisia cultural de que a mineração é nociva e deve ser controlada.

Para retomar crescimento, são necessárias políticas arrojadas, condizentes com a evolução da economia mundial dos últimos anos, e uma pauta eminentemente liberal. O país tem de se livrar das amarras de que cabe ao Estado o "monopólio das jazidas”, que sequer foram descobertas.

Nos últimos anos, perseguimos controlar e dominar um todo de “nada”. Sim, “nada”, pois o que fizemos foi aperfeiçoar o controle para jazidas inexistentes, ao contrário do resto do mundo, inclusive de nossos vizinhos sul-americanos, que todos esnobam terem mais empresas e investimentos externos que nós brasileiros.

Caro Ministro, que o senhor seja lembrado como um agente da transformação, e que sua gestão seja reservada a descoberta e distribuições de riquezas. Deixando, dessa forma, uma história de saudades. Cumpra o destino que lhe cabe e, juntamente com nosso presidente Bolsonaro, faça um Brasil melhor.

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