ABPM discute com Ana Bittencourt, da SNGM, agenda para o setor mineral

Em audiência ocorrida na última quinta-feira (2/3), a ABPM, representada por seu Gerente Executivo, Miguel Nery, esteve com a secretária da SNGM-MME, Ana Paula Bittencourt, para tratar da agenda política do setor mineral para o exercício de 2026, último ano do atual governo do presidente Lula. Na oportunidade, Miguel Nery informou à secretária Ana Paula o seu retorno, depois de três anos, à condição de Gerente Executivo na entidade, voltando a assumir atribuições de relações governamentais, acompanhamento legislativo e elaboração de conteúdos regulatórios de interesse dos associados, além de continuar com a coordenação da Rede Invest Mining e no Comitê de Registro da Comissão Brasileira de Recursos e Reservas – CBRR, bem como outras atividades administrativas internas.

A secretária Ana Paula informou que recebeu inúmeras contribuições à minuta do Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM) e que sua equipe está sistematizando esses conteúdos, inclusive as sugestões enviadas pela ABPM. Também foi comentado o quanto o tema “Minerais Críticos e Estratégicos” entrou na agenda governamental, sendo objeto de atenção especial do próprio presidente Lula. O governo criou um grupo de trabalho que deverá consolidar um relatório com os resultados das discussões.

A secretária Ana Paula destacou o empenho do ministério para viabilizar diretrizes que assegurem a atração de investimentos no segmento de minerais críticos, visando ao desenvolvimento das cadeias produtivas, com produtos de maior agregação de valor. Miguel Nery ponderou que tais diretrizes devem buscar fomentar a integração dessas cadeias de valor, não necessariamente com regras impositivas ou coercitivas, mas com ações que aproximem o produtor do bem mineral dos demais elos das cadeias, de forma a garantir um melhor posicionamento competitivo para o Brasil no cenário global da transição energética para uma economia de baixo carbono.

“Pelo que se pode depreender, é que o governo trabalha para viabilizar a produção, no país, desses minerais críticos e estratégicos, mas é importante que o setor produtivo seja estimulado com a competitividade necessária, possibilitando que o Brasil assuma o protagonismo nessa janela de oportunidade”, afirmou Nery.

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